terça-feira, 7 de junho de 2011


APÓS A VOTAÇÃO DA CATEGORIA ACEITANDO A PROPOSTA DO GOVERNO A COMISSÃO SE REUNIU ONTEM 06.06.2011.

A reunião de hoje (06.06.2011) na Secretaria de Educação (16h) foi voltada para a discussão da parte pedagógica da Pauta de Reivindicação da Categoria. Enquanto aguardávamos o chamado para a reunião, a Comissão foi surpreendida por um grupo de funcionários administrativos da Secretária de Educação que questionavam o reajuste de 5% para setembro como determinou o governo, disseram que o Sintepe não poderia ter fechado acordo e deixado os administrativos fora, queriam saber sobre a incorporaçao da 'gratificação 207' e sobre o Pró-Funcionário, pois fizeram o curso, muitos à três anos e sequer foram valorizados (reajustados) na função. Tratando desse assunto com o Secretário Ricardo Dantas em encontro passado este, disse que, o fato de o governo ter promovido o curso, isto, um já simboliza valorização. Inconformados os administrativos ainda acusaram os professores de terem abandonado a luta, uma vez que, já tinham conseguido o que queriam, enquanto 'eles' estavam sozinhos.
Desabafo e insatisfação extremamente compreensíveis, aliás, este é o jogo do governo que apostando na discordia, divide e enfraquece a categoria

Ao iniciar a reunião, questionamentos (fora da Pauta) sobre o pagamento do bônus, salário de junho e remuneração dos trabalhadores das Escolas de Referências foram respondidas na sequência pelo Secretário de Educação Anderson Gomes. De acordo com o mesmo, a secretaria já dispõe dos resultados do Saep, assim, possivelmente nessa 5ª ou 6ª feira divulgará a relação da escolas bonificadas. Confirmou a antecipação dos salários do mês de junho para o dia 21. Em relação aos salários dos trabalhadores das Escolas de Referências disse realmente não ter discutido com a Administração o assunto mas, que, certamente os professores receberão a diferença estabelecida para o Piso, enquanto o teto (R$ 2,032.00), permanecerá inalterado. Quanto às eleições, o governo pretende realizar cursos para capacitar gestores e a partir daí selecionar os que irão fazer as provas e concorrer às eleições. A Comissão defendeu modelo baseado na escolha feita pela comunidade escolar sem exigência do processo seletivo. Na próxima segunda (13/06) o Secretário de Educação marcou reunião com a Comissão, com o Sr.Molina (SEE) e outros, para discutir critérios para eleição para gestores nas escolas da rede. Disse o secretário querer concluir todo o processo até novembro desse ano.


Maria Albênia Silva

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Vamos lá rapaziada todos contra o Novo Código Florestal

Projetos a quem interessa...


No espaço da Escola se faz necessário que os papéis sejam bem definidos quais as atitudes de professores e alunos, o que se esperar de um e de outro. Claro que nos tempos atuais onde prevalece uma crise de identidade sobre autoridade essas definições correm algumas transformações, principalmente nas turmas de 2º e 3º graus. Nas turmas do Ensino Fundamental a autoridade do professor deve prevalecer até porque as crianças e os adolescentes precisam de orientações não só nas atividades didáticas como em orientações para a vida. Na Pedagogia de Projetos Didáticos o espaço de aprendizagem toma uma nova dimensão e os papéis na Escola tão bem definidos tomam um novo rumo. Pois os Projetos provocam uma maior autonomia entre os estudantes e o papel do professor passa a ser de orientador e motivador neste novo espaço de aprendizagem; que inclusive ultrapassa a sala de aula e os muros da Escola.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ainda o Código florestal


O Senado começa a discutir o Código Florestal: “Na reunião, os ministros apresentaram as questões que preocupam o Governo Federal, especialmente o que diz respeito ao uso das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e a anistia para desmatador. E pediram aos senadores que aprofundem o debate dentro da Casa... A ideia dos senadores é estudar as questões divergentes e ouvir o que diz a sociedade... A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que coordenou o encontro, destacou que o Código Florestal é de interesse tanto de agricultores como de ambientalistas, por isso há necessidade de se chegar ao equilíbrio. Para ela, esses são setores indissociáveis e é de responsabilidade de todos “a produção agrícola e a conservação do planeta”...Falou-se que teria cinco pontos (críticos) nesse texto que está em discussão, na verdade são onze, mas que desceriam para cinco se tivesse uma certa negociação... a questão da anistia não é um problema que interfere apenas para a questão ambiental, interfere inclusive nos negócios brasileiros. Dar anistia irrestrita para aquele que tinha um marco legal, que o proibia de fazer desmatamento e o fez, é acenar para o Brasil e para o resto do mundo a nossa condescendência com o desmatamento. Isso é ruim, inclusive para os negócios agrícolas no plano externo. Diante de fatos como esses se faz prudente que a sociedade se organize para pressionar nossos senadores a guerra não foi perdida...Vamos a luta o Povo Unido jamais será vencido.